Xingamento hoje em dia,
Coisa normal de se achar,
Qualquer coisa é motivo,
Para uma pessoa lhe xingar
Violência nunca compensa
Mesmo que seja ao falar.
Outro dia eu passando,
Pela rua principal,
Os homens no carro,
Gritando feito animal,
E no trânsito
Violência é natural.
Todo dia tem notícia,
De gente assassinada,
Que no meio da rua,
Morreu atropelada.
nessas ruas perigosas,
Sem velocidade controlada.
Uma ameaça,
Coisa boba
"Dá o dinheiro
E desarmo a bomba"
E os policiais
Pros reféns, servindo de babá.
Sequestro relâmpago,
Acontece com qualquer um.
Eles pegam a pessoa e levam pra " lugar nenhum"
Onde gente viva
Não se vê em lugar algum.
Violência é rotina,
Mas não pode se habituar,
Se continuar assim,
Onde a gente vai parar?
No inferno? Já não sei.
Mas no céu vai ser difícil entrar...
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Violência Natural
Categorias:
crescendo e aprendendo
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Jesus Cristo do Sertão
Comigo já gritando,
O pai me pois no chão.
Pegando água e pano,
Segurando minha mão.
Em pouco tempo nasceu,
Jesus Cristo do Sertão.
E eu feliz estava,
Com o pia feliz também,
O menino comendo a broa,
Comigo aliviada dizendo " amém".
O pai vendo o querido filho,
Que nem roupinha num tem.
O homem já chorando,
Sem podê se explica,
O Jesus Cristo do sertão,
Sem ao menos respira.
E o meu filho pequeno,
No calor à reclamar.
Vida triste essa que tenho
Com meu marido sendo despedido,
Meu caçula já morrendo,
Tão pequeno e despido,
Queria mesmo que na hora,
Ao invés dele, tivesse eu ali morrido.
O pai me pois no chão.
Pegando água e pano,
Segurando minha mão.
Em pouco tempo nasceu,
Jesus Cristo do Sertão.
E eu feliz estava,
Com o pia feliz também,
O menino comendo a broa,
Comigo aliviada dizendo " amém".
O pai vendo o querido filho,
Que nem roupinha num tem.
O homem já chorando,
Sem podê se explica,
O Jesus Cristo do sertão,
Sem ao menos respira.
E o meu filho pequeno,
No calor à reclamar.
Vida triste essa que tenho
Com meu marido sendo despedido,
Meu caçula já morrendo,
Tão pequeno e despido,
Queria mesmo que na hora,
Ao invés dele, tivesse eu ali morrido.
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
O conselho da vovó
Era um dia comum de inverno; não haviam nuvens no céu, e o Sol estava fraco. Juliana Brincava no quintal da casa da sua avó Silvana; uma senhora de 65 anos; cabelos loiro mel; com olhos pretos , altura mediana de 1,64m, por mais que a idade não lhe tenha essa feição, era bonita e atraente; namorava um homem de 36 anos, o Marcos. Não tinha muito dinheiro, mas também não era pobre, pertencia à classe média C da sociedade.
Juliana; uma menina meiga e carinhosa, com 7 anos de idade, cabelos castanhos e olhos azuis, como os de um anjo, gritou:
▬ Dii!
Dianna, sua irmã com 14 anos, cabelos castanhos avermelhados com mechas californianas loiras, com cachos grandes e definidos; quase 1,73m, olhos cinzas. A menina havia acabado de entrar na casa da avó, estava escutando música no celular e trocando mensagens com a menina que morava na frente da casa de sua avó:
▬ Oi Ju - disse com voz suave - Oi vó; estava passando por aqui e resolvi dar um "oi".
▬ É bom que você venha aqui em casa ao invés de ficar apenas trocando SMS, como está fazendo com a menina ali da frente - respondeu Silvana.
▬ Como você sabe que estou falando com ela? - perguntou Dianna estranhando.
Sua avó respondeu com um sorriso no rosto:
▬ Ela me ligou e disse que você disse pra ela que estava vindo pra cá!
▬ Qual o problema de trocar mensagem com ela? Ela está de castigo e não pode ir lá em casa!
▬ Por que você não vai na casa dela? É do outro lado da rua ! - disse sua avó.
▬ "Mó rolê" - disse Dianna com uma cara feia.
▬ No meu tempo, a gente no máximo ligávamos uma para a outra, uma vez ao dia porque a ligação era muito cara, não tinha essa coisa de trocar mensagem...
▬ Mas agora tem vó! E é bem mais prático! - disse a neta com cara de deboche.
▬Pode ser prático, mas você perde a questão de poder abraçar a pessoa, beijá-la... E eu simplesmente acho ridículo você estar a poucos metros de distância da pessoa e precisar ficar apertando botãozinho para falar com ela... - falou a avó fazendo a mesma cara da menina.
Dianna deu um sorriso fraco e disse:
▬ Se isso vai te fazer feliz, eu vou até lá, Ok ?!
Silvana sorriu e concordou com a cabeça.
Na casa da menina, as duas ficaram no mesmo quarto, cada uma com um computador, conversando entre si, e com outras pessoas ao mesmo tempo...
Juliana; uma menina meiga e carinhosa, com 7 anos de idade, cabelos castanhos e olhos azuis, como os de um anjo, gritou:
▬ Dii!
Dianna, sua irmã com 14 anos, cabelos castanhos avermelhados com mechas californianas loiras, com cachos grandes e definidos; quase 1,73m, olhos cinzas. A menina havia acabado de entrar na casa da avó, estava escutando música no celular e trocando mensagens com a menina que morava na frente da casa de sua avó:
▬ Oi Ju - disse com voz suave - Oi vó; estava passando por aqui e resolvi dar um "oi".
▬ É bom que você venha aqui em casa ao invés de ficar apenas trocando SMS, como está fazendo com a menina ali da frente - respondeu Silvana.
▬ Como você sabe que estou falando com ela? - perguntou Dianna estranhando.
Sua avó respondeu com um sorriso no rosto:
▬ Ela me ligou e disse que você disse pra ela que estava vindo pra cá!
▬ Qual o problema de trocar mensagem com ela? Ela está de castigo e não pode ir lá em casa!
▬ Por que você não vai na casa dela? É do outro lado da rua ! - disse sua avó.
▬ "Mó rolê" - disse Dianna com uma cara feia.
▬ No meu tempo, a gente no máximo ligávamos uma para a outra, uma vez ao dia porque a ligação era muito cara, não tinha essa coisa de trocar mensagem...
▬ Mas agora tem vó! E é bem mais prático! - disse a neta com cara de deboche.
▬Pode ser prático, mas você perde a questão de poder abraçar a pessoa, beijá-la... E eu simplesmente acho ridículo você estar a poucos metros de distância da pessoa e precisar ficar apertando botãozinho para falar com ela... - falou a avó fazendo a mesma cara da menina.
Dianna deu um sorriso fraco e disse:
▬ Se isso vai te fazer feliz, eu vou até lá, Ok ?!
Silvana sorriu e concordou com a cabeça.
Na casa da menina, as duas ficaram no mesmo quarto, cada uma com um computador, conversando entre si, e com outras pessoas ao mesmo tempo...
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