... Continuando
Depois de mais ou menos meia hora escondidos naquela garagem nojenta com um Opala antigo, a gente achou que era hora de sair.
Eu e a Mari, íamos atrás por via das dúvidas; essa foi a pior coisa que a gente fez, logo que a gente saiu, meia dúzia de policiais armados estavam seguindo a gente e a Mariana, burra, começou a gritar e sair correndo, e foi aí que não tinha mais escapatória pra ninguém, os policiais estavam armados e todo mundo parou na mesma hora que eles pediram na primeira vez [/ Áhh se eu fosse assim com a minha mãe, eu tinha uma plaquinha de ouro: “Melhor filha do Mundo”]. É lógico que todo mundo foi em cana, mas, o pai da Mari é policial, e a gente conseguiu que ele liberasse a gente. Depois de um questionário muuuuito chato com o pai da Mari, a gente ficou sabendo que aquele era um grupo de homofóbicos que estavam fazendo aquela festa contra Gay’s...
☺
☺No dia seguinte, eu e a Mari saímos juntas de novo, mas desta vez, fomos na casa de um amigo que por acaso era gay.
No final de tudo, nós percebemos o quanto era melhor ter ficado na festa “chata do salão de cima”, ao invés da “legal do salão de baixo”.


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